O governo brasileiro impôs direitos antidumping sobre uma ampla gama de produtos siderúrgicos chineses depois que uma investigação lançada em 2024 descobriu que o aço importado estava sendo vendido a preços injustamente baixos, prejudicando os produtores nacionais. A investigação foi aberta em resposta a uma denúncia de um dos maiores produtores de aço do Brasil, a Usiminas, que citou práticas comerciais desleais por parte de empresas chinesas.
As taxas aprovadas pela Comissão de Comércio Exterior do Brasil permanecerão em vigor por cinco anos e variam de US$ 323 a US$ 670 por tonelada para aço laminado a frio (CRC), dependendo do exportador, enquanto para bobinas galvanizadas por imersão a quente (HDG) as taxas variam de US$ 285 a US$ 710 por tonelada. Esses aços são amplamente utilizados na produção de peças de carrocerias e chassis de automóveis e outros produtos de consumo.
Dados do governo mostram que o Brasil importou 202 mil toneladas de BF da China no ano passado, a um preço médio de US$ 560 por tonelada, e 1,42 milhão de toneladas de HDG a US$ 681 por tonelada. A associação industrial local Instituto Aço Brasil disse que as importações totais de produtos de aço laminados do país aumentaram mais de 20 por cento, para 5,7 milhões de toneladas em 2025, das quais 64 por cento vieram da China.
“O Brasil impõe tarifas antidumping ao aço chinês” foi originalmente criado e publicado pela Just Auto, marca de propriedade da GlobalData.
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