À medida que a imigração perde força, o Partido Republicano encontra um novo bicho-papão – o ‘Islã radical’

Imagine se um candidato, digamos, à Assembleia da Califórnia aparecesse num evento político e fizesse as seguintes observações:

“Sem carne kosher. Sem yarmulkes. Não para celebrar a Páscoa. Não, não.”

Ele ou ela seria criticado com razão – e com razão – por seu preconceito e preconceito grosseiro.

Recentemente, num fórum de candidatos fora de Dallas, Larry Brock expressou os seguintes sentimentos como parte de um longo questionamento da fé muçulmana.

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