Sábado, 14 de fevereiro de 2026 – 00h01 WIB
Jacarta – A família do co-piloto do avião Smart Air, Capitão Baskoro Adi Anggoro, que foi baleado por um grupo criminoso armado (KKB) enquanto aterrissava no aeroporto de Korowai, em Papua, destacou a falta de segurança no aeroporto.
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O tio da vítima, Donny (56), acredita que o incidente deveria ser um aviso sério ao governo para avaliar os aspectos de segurança e proteção da aviação, especialmente em áreas vulneráveis.
“Deveria haver segurança para a aviação civil. Por que não existe sistema? Os pais também se perguntaram por que não havia segurança”, disse Donny quando se encontrou na casa funerária em Pandak Kelapa, no leste de Jacarta, na sexta-feira.
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Segundo ele, antes de partir para o serviço, os pais de Baskoro ficaram desconfiados e preocupados com as condições do aeroporto de destino.
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Esta preocupação surgiu porque o local era conhecido pelo seu nível limitado de segurança.
“Seus pais perguntaram a ele: ‘É seguro?’, ele respondeu que era seguro. Talvez ele não quisesse preocupar seus pais”, disse Donny.
Entende-se que Baskoro está em missão em Papua há apenas cinco dias. Embora tivesse cinco anos de carreira como piloto, o falecido raramente voava na região.
A atribuição também teria ocorrido repentinamente, depois que Bascorro já havia sido tratado.
“Ele estava doente, após tratamento (hospitalização). De repente, ele conseguiu uma missão em Papua e saiu imediatamente”, disse Donny.
Ele revelou que a família soube do incidente pela primeira vez por meio de um parente mais velho de Bascoro e que estava no mesmo voo. Esta informação é comunicada através de uma mensagem curta.
“Inicialmente, fomos informados de que havia um incidente. Disseram que ainda havia sinal de GPS, então esperávamos que ainda houvesse ajuda disponível. Mas depois disso, recebemos novamente a notícia de que ele havia morrido”, explicou Dhoni.
A família acredita que o incidente com Baskoro mostra que os sistemas de segurança da aviação civil ainda são fracos em certas áreas, especialmente na Papua.
Salientou que a segurança dos aeroportos e das rotas de voo deve ser da responsabilidade do Estado, especialmente no que diz respeito à segurança das tripulações e dos passageiros.
“Os aeroportos devem ser vigiados. Se não há segurança, que aeroporto é? A aviação civil deve ser protegida”, afirmou Dhoni.
Ele também espera que o governo não trate este incidente como um incidente comum, mas sim como um lembrete para melhorar o sistema de segurança da aviação como um todo.
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Donnie disse que a companhia aérea para a qual Bascoro trabalhava, a Smart Aviation, visitou a família para oferecer condolências.




