O Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT) emitiu um Aviso de emergência que proíbe a comercialização de todos os lotes de água sanitária da marca “Val Chemical”Na Argentina. Esta ação drástica responde à descoberta de graves irregularidades na cadeia de produção e comercialização deste desinfetante doméstico. Segundo a agência, o produto representa um risco direto à saúde dos consumidores porque não possui as garantias necessárias para garantir sua eficácia e segurança.
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Qual marca de alvejante deve ser retirada do mercado?
A condição oficial indica que o artigo denominado “Água Lavandina Comum. Val químico. 25 g Cl/l” não possui registro na ANMAT e Autoridade Sanitária da Província de Buenos Aires. Esta isenção legal significa que o produto foi distribuído em total desrespeito às normas vigentes que regem o abastecimento de saneamento no país. A falta de controle sanitário impossibilita verificar se a concentração de cloro declarada é real ou se contém substâncias nocivas não declaradas.
A empresa responsável, Compañía de Poliproductos Baigó SA, está agora sob escrutínio das autoridades depois de uma auditoria ter revelado discrepâncias preocupantes. Durante a fiscalização, o destino de 60 unidades “desaparecidas” nos documentos internos da empresa não pôde ser justificado. Além disso, a resolução da ANMAT destacou que a empresa não respondeu às exigências oficiais para esclarecer esta escassez de stock, agravando ainda mais a sua situação jurídica.
As vendas foram suspensas até que as observações sejam controladas
Face à falta de transparência, a autoridade de saúde ordenou não só a proibição do seu uso e venda em todo o território nacional, mas também a abertura de um recall sanitário. Oscar Gabriel Horacio Fernandez, diretor técnico da instituição, está diretamente envolvido nesta ação judicial, alegando descumprimento de resoluções e condicionantes ministeriais. O objetivo é definir as responsabilidades de como um produto ilegal chegou às prateleiras dos supermercados.
Esta medida já foi comunicada a todas as jurisdições provinciais e ao Governo da Cidade de Buenos Aires para garantir que a retirada do mercado seja efetiva e completa. A ANMAT tenta impedir que o produto continue a circular com a promessa de “matar 99,9% das bactérias”, o que não foi comprovado cientificamente por nenhuma entidade reguladora. A distribuição deste lote irregular foi suspensa até que a situação jurídica e sanitária da empresa seja regularizada.
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Quais são as recomendações para os cidadãos?
A recomendação é que os cidadãos verifiquem os recipientes de lixívia existentes nas suas casas e verifiquem se correspondem aos dados da marca indicada. Como se trata de um produto de saúde doméstico não registado, a sua utilização pode causar perigos domésticos, irritações ou uma desinfecção eficaz contra agentes patogénicos comuns. A segurança doméstica depende, em grande medida, da utilização de produtos químicos que passam pelos rigorosos filtros de qualidade do estado.
Finalmente, este incidente destaca a importância dos regulamentos de vigilância para produtos de saúde. A monitorização contínua permite-nos identificar empresas que contornam protocolos para obter ganhos económicos e colocam as populações em risco. Mais detalhes sobre o andamento do resumo e as sanções finais contra a Compañía de Poliproductos Baigó SA são esperados nos próximos dias.






