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As contas bancárias com nomes de beneficiários (chamadas de “pagamento por morte” ou designações POD) vão diretamente para essas pessoas – sem envolvimento judicial, sem espera. O beneficiário só precisa de uma certidão de óbito e um documento de identidade válido.
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As contas conjuntas com direitos de sobrevivência pertencem automaticamente ao proprietário sobrevivente, embora a cobertura do FDIC caia de US$ 500.000 para US$ 250.000 após o período de carência de seis meses.
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Contas sem beneficiários, testamento ou trust passam por tribunal de sucessões – um processo que normalmente custa entre US$ 1.500 e US$ 7.000 em honorários advocatícios e pode levar seis meses ou mais.
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Adicionar um beneficiário às suas contas bancárias leva cerca de 10 minutos e é a medida mais eficaz que você pode tomar para proteger sua família de complicações legais desnecessárias.
Quando alguém morre, o que acontece com as suas contas bancárias depende quase inteiramente de uma coisa: se eles traçam um plano para esse dinheiro. As contas com nome de beneficiário ou coproprietário são transferidas rapidamente – às vezes em poucos dias. Contas sem uma delas poderiam ficar presas no tribunal de sucessões durante meses, custando às famílias milhares de honorários advocatícios durante um período já difícil.
A boa notícia: as etapas para evitar isso são simples e a maioria dos bancos permite que você as configure gratuitamente.
Quatro cenários podem acontecer, e o resultado depende do que o titular da conta definiu enquanto estava vivo.
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Se houver um beneficiário nomeado: Esta é a maneira mais suave. Um beneficiário é alguém escolhido especificamente para herdar a conta. Os bancos chamam isso de “pagamento por morte” ou designação POD. O beneficiário traz ao banco uma certidão de óbito certificada e um documento de identidade governamental, e os fundos são transferidos diretamente – sem advogados, sem tribunais, sem espera. A maioria dos bancos processa essas transferências em poucos dias úteis.
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Se houver testamento com executor: O testamento nomeia um executor (a pessoa legalmente responsável pela distribuição de bens), mas o executor não pode acessar a conta bancária até que o tribunal de sucessões dê permissão. Isso requer a apresentação de uma certidão de óbito certificada, um testamento original e uma petição ao tribunal. Os prazos de inventário variam de acordo com o estado, mas o processo normalmente leva de três a seis meses, mesmo para propriedades simples.
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Se houver um trust com um administrador: Uma confiança viva revogável substitui completamente um testamento. O administrador (que administra os ativos fiduciários) pode distribuir os fundos de acordo com a vontade do falecido sem aprovação judicial – desde que o título da conta bancária esteja corretamente em nome do fideicomisso. Se você está considerando esse caminho, converse com um advogado de planejamento imobiliário sobre como estabelecer um trust.
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Se não houver nenhum planejamento: Sem beneficiário, testamento ou trust, o tribunal de sucessões nomeia um administrador para cuidar de tudo. Essa pessoa distribui bens de acordo com as leis de sucessões do seu estado – e não de acordo com os desejos do falecido. O processo normalmente leva de seis meses a mais de um ano e pode custar de US$ 1.500 a US$ 7.000 ou mais em honorários judiciais e advocatícios.




