Segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026 – 18h06 WIB
Jacarta – O Chefe do Estado-Maior do Exército (Cassad), General TNI Maruli Simanjuntak, avaliou que o envolvimento do TNI nos esforços antiterroristas precisa de ser discutido mais aprofundadamente, especialmente no que diz respeito ao seu papel e quadro jurídico.
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No entanto, Maruli insistiu que as discussões detalhadas sobre o envolvimento do TNI na luta contra o terrorismo decorriam entre o quartel-general do TNI (Mabes) e o Ministério da Defesa (Kemhan), e não ao nível do Exército (AD).
“Virá do quartel-general do TNI, do Ministério da Defesa. Ainda estamos a treinar o exército. Por isso não acompanhamos os detalhes do que foi discutido a esse respeito”, disse Maruli no Complexo do Palácio Presidencial em Jacarta, segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2026.
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Maruli pessoalmente acredita que o envolvimento da TNI é possível desde que cumpra os regulamentos legais aplicáveis.
Além disso, considera que todos os cidadãos, incluindo o TNI, têm a obrigação de manter a segurança e proteger o país.
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“Individualmente, todos os cidadãos têm a obrigação de proteger e garantir a segurança do país e do território. Se quisermos participar lá, por exemplo, porque não? Basta discutir a parte, para que isso não aconteça. Vamos apenas seguir a lei”, disse Maruli.
Além disso, Maruli disse que, em princípio, a tarefa de erradicar o terrorismo poderia ser incluída na categoria de operações militares que não a guerra (OMSP). Contudo, o envolvimento directo do TNI ainda não foi concretizado.
“Na verdade, temos OMSP lá, mas ainda não está implementado. Temos Babinsa-Babinsa para prevenção primária, para todo o tipo de coisas. Porque não usar? Isso é para mim, a minha opinião pessoal”, explicou.
No entanto, Maruli confirmou que o envolvimento do TNI na luta contra o terrorismo não foi discutido em profundidade na Reunião de Liderança TNI/Polri (Rapim), que se realizou hoje no Palácio Presidencial em Jacarta com o Presidente Prabowo Subianto. (formigas)
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9 de fevereiro de 2026




