Anmat proibiu a produção e venda de azeite da marca

Isto Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia (Anmat) Esta sexta-feira, proibiu a produção, distribuição e comercialização em todo o país e nas plataformas de venda online marca de azeite por não conformidade com regulamentos alimentares; o produto foi considerado “apócrifo” por rotulagem falsa e inexistência de inscrições em seu rótulo.

No Diário Oficial publicado nesta sexta-feira, por meio do dispositivo 192/2026 assinado pelo titular da entidade, Luis Eduardo Fontana, foi estabelecida a limitação do produto.Azeite virgem extra; marca: Tierra de Oliva; RNPA nº 12301246; Produzido e embalado Nome da empresa: Estabelecimento Los Juárez. Cominho – La Rioja; RNE Nº 12310897“.

Segundo a administração, o indivíduo fez uma consulta ao Instituto Nacional de Alimentação (INAL) sobre o produto e alegou que este não cumpria a regulamentação alimentar. A Autoridade de Saúde e Nutrição interveio assim e verificou que já tinham sido feitas outras duas notificações e constatou que os números do Cadastro de Estabelecimentos Nacionais (RNE) e do Cadastro Nacional de Produtos Alimentares (RNPA) “não existem”.

Anmat proibiu a produção e venda de azeite da marca

Por sua vez, o produto foi comercializado Santa Fé e a Agência Santa Fe de Segurança Alimentar (ASSAL) emitiu um alerta e proibiu a produção, posse, distribuição, transporte, comercialização e exibição em Santa Fé. A mesma medida foi tomada, enquanto c CórdobaApós decisão do município de Marcos Juarez.

A este respeito, Anmat se expressou. “O produto está violando falta de documentação de saúde das instalações e dos produtose por falsa rotulagem ao exibir em seu rótulo números inexistentes de RNE e RNPA, revelando-se assim apócrifos.

“Para proteger a saúde dos cidadãos, quando se tratam de produtos alimentares que não possuem registo, pelo que a sua segurança, rastreabilidade, condições de produção e qualidade não podem ser garantidas sob o nível de controlo adequado nas condições estabelecidas pela regulamentação em vigor, o Departamento de Regulação Alimentar do INAL recomenda proibir a preparação, distribuição e comercialização em todo o território nacional e para a agência de vendas online.


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