Um agente do ICE em Minneapolis, Minnesota, foi filmado supostamente ameaçando “apagar” a voz de uma pessoa.
A troca, vista como uma ameaça, gerou indignação mesmo enquanto as tensões continuam a aumentar devido aos assassinatos de Alex Pretty e Renee Nicole Goode. O primeiro foi baleado por um oficial da Patrulha de Fronteira, enquanto o último foi morto por um agente do ICE identificado como Jonathan Ross.
O vídeo mostra um suposto agente do ICE sentado em um carro e dizendo: “Estou lhe dizendo isso, mano, levante a voz, eu limparei sua voz”. A pessoa que grava o vídeo pede ao agente que repita o que disse, parecendo incrédulo. O agente repete esta afirmação. HT.com não conseguiu verificar de forma independente a autenticidade deste vídeo.
O suposto clipe gerou muita reação na Internet.
Reações ao vídeo do agente ICE
Uma pessoa que compartilhou o suposto vídeo escreveu: “Não me diga que a administração Trump não é fascista. Eles ameaçam as pessoas a ‘levantarem nossas vozes’ e como o ICE está ‘apagando nossas vozes?
A mensagem também afirmava que foi feita uma ameaça a um cidadão americano, mas esta informação não pôde ser verificada de forma independente.
Uma página anti-Trump que compartilhava o clipe observou: “Este é o estado policial”. Outro observou: “Agente do ICE ameaçou matar Minnesotan”.
Capturas de tela do vídeo também foram compartilhadas online, com muitos internautas implorando para descobrir a identidade do agente que fez a suposta ameaça.
“Este é um agente do ICE que disse: ‘Levante a voz, eu apago a sua voz.’ Adicione-o à lista”, observou a pessoa.
“Não faz nem um mês desde que a administração dos EUA, que libertou estes psicopatas nas ruas da América, deu pela última vez na Europa um sermão sobre liberdade de expressão”, disse outro. Muitos criticaram “Trump’s America”, enquanto uma pessoa compartilhou fotos dos assassinatos de Goode e Pretty e anexou uma suposta citação de agente do ICE.
Muitos habitantes de Minnesota protestaram contra a presença de agentes federais em seu estado para realizar a operação, e a raiva só aumentou desde os assassinatos em janeiro.





