O que a franquia deve fazer? Já mencionei isso em outros lugares, mas é aqui que a humanidade da lógica da franquia difere marcadamente do que poderia ser chamado de lógica dos videogames. Se você estivesse jogando no “modo franquia” e comandasse qualquer um desses times, você trocaria Steph ou Antetokounmpo por um ativo tremendo e não pensaria duas vezes sobre isso. Essa lógica, infelizmente, encalhou no recife da verdade. Você não trocou seu icônico jogador da franquia por Randomville no meio da noite. (E se, por algum motivo, você fizer isso, os fãs gritarão: “Nico vai ser incrível!” até que você precise atualizar seu status no LinkedIn.) Não em um negócio que precisa de fãs para comprar ingressos e permanecer leais, e não em um que depende, mesmo em parte, da imagem e reputação de uma franquia para fazer parte do trabalho de recrutamento e retenção dos melhores talentos. E certamente não em uma liga onde você não pode desligar o jogo se as coisas não derem certo. Correr para lucrar com suas ações de superestrelas apenas para chegar à parte “20-62” do programa mais cedo não parece muito atraente.
New York Times
Este artigo foi publicado originalmente no Hoops Hype: O que a franquia deve fazer? Eu já mencionei isso antes…




