Anmat proibiu álcool isopropílico em todo o país devido a violações de saneamento

Isto Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (sem dedos) é proibido (a) utilização, comercialização e distribuição em todo o território nacional álcool isopropílico para mãos e pele após detectar violações de rotulagem, origem e estado de saúde. A medida foi formulada através do Regulamento 100/2026, que foi publicado esta segunda-feira em Diário da República e abrange também a publicidade do produto e a sua oferta nas plataformas de venda online.

A decisão que cabe ao álcool sanitário marca GIGaceito após investigação iniciado por A relatório do Colégio de Farmacêuticos da província de Buenos Aires, que alertou o mercado cosméticos sem informações obrigatóriaspor exemplo, número de lote e data de validade. A partir dessa notificação, a área de cosmetovigilância da Anmat iniciou operações para verificar a legalidade do produto e a conformidade com os registros sanitários vigentes.

Conforme consta no comunicado oficial, ao estudar a base de dados de cosméticos cadastrados na organização, constatou-se que Houve um procedimento de registro relacionado ao produto relatadoque incluía uma sociedade anônima e uma planta de processamento licenciada. No entanto, novas inspecções permitiram detectar discrepâncias relevantes entre as informações declaradas e a realidade do produto que circulava no mercado.

Durante a fiscalização realizada na empresa citada como produtora, os funcionários constataram que A produção do produto foi realizada apenas até 2022 e eles explicaram Sua vida útil foi de dois anos. De acordo com esta informação, quaisquer unidades fabricadas nestas instalações que ainda estejam em circulação serão descontinuadas. Além disso, a amostra fornecida pelo autor da denúncia Não inclui dados que identifiquem sua origem ou data de validade.

As inspeções permitiram detectar discrepâncias relevantes entre a informação declarada e a realidade do produto.

As ações também nos permitiram concluir que O produto objeto de reexame não foi fabricado pelo laboratório indicado no rótulo. Para a Anmat, essa situação implica utilização indevida do arquivo de autorização sanitária do estabelecimento e declaração de dados falsos no rótulo, o que é irregularidade grave em termos de controle de saúde.

Esta conclusão foi seguida de outra verificação no referido endereço a sede da empresa que realiza o registro; Foi a comissão em vigor atendido por pessoa que afirmou desconhecer a existência da referida empresa após o registro, o que reforçou dúvidas sobre a rastreabilidade e legalidade do produto.

Diante desse cenário, A agência de saúde decidiu proibi-lo preventivamente o uso, marketing, distribuição e promoção de qualquer forma de álcool envolvido em todas as suas representações e conteúdo de rede. Anmat colocou a necessidade no centro do evento proteger os usuários de produtos ilegaispara os quais a sua segurança, eficácia ou a composição dos seus ingredientes não podem ser garantidas de acordo com a regulamentação em vigor.


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