Os 3 táxis mais inseguros por aplicativo no Peru: Aspec publica estudo com os aplicativos mais reportados

Atenção do usuário | Um estudo recente da Associação Peruana de Consumidores e Usuários (Aspec), elaborado em colaboração com o Observatório de Plataformas-Peru e a Ipsos Peru, deu indícios alarmantes de insegurança nos táxis por aplicativo no Peru.

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em nome de “Mobilidade digital sem regras: riscos para o consumidor e a urgência da regulamentação no Peru”.O texto alerta para graves falhas de segurança, transparência e proteção ao usuário nos principais aplicativos de transporte do país.

Quais são os aplicativos de táxi mais inseguros do Peru?

A análise avaliou cinco plataformas em operação no país: No Uber, DiDi, Cabify, DDi e Yango. a mão Yango teve a melhor pontuação (4,25) e Kabifi ficou em segundo (3,25).O ranking revela um cenário preocupante: inDrive (2,5), Uber (1,25) e DiDi (1,0) aparecem como os apps de maior risco para os usuários.

Relatório da Aspec sobre segurança de táxi por meio de aplicativos

Um dos problemas mais graves DiDi, Yango e inDrive não têm residência legal no PeruIsso deixa os usuários em uma posição legalmente indefesa. Reclamações ou disputas, se houver, deverão ser resolvidas em tribunais estrangeiros.

E assim, foi encontrado Uber e DiDi não têm livro de reclamações visívelTodas as plataformas Impor contratos com termos abusivosTransfere a responsabilidade para o usuário.

A representante da Ipsos Peru, Sandra Turiate, compartilhou que o trabalho de campo foi realizado na modalidade cliente misterioso em 70 viagens em Lima entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Os resultados mostram que 23% dos serviços de táxi são cancelados antes de serem realizados, Apenas 18% exibiram SOAT visívelE em muitos casos houve discrepâncias entre a matrícula registada e o veículo real.

O que a Aspec sugere para gerenciar aplicativos?

Diante desse panorama, a Aspec propõe quatro medidas urgentes:

  • Que as Plataformas tenham residência legal e representação no Peru
  • Que os motoristas estejam devidamente qualificados
  • Que existem sanções eficazes, como multas ou suspensão de serviços
  • Os veículos não devem ter mais de 10 anos.

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