Além de Kezia Sifa, o tenente-coronel Rosita é um cidadão indonésio bem-sucedido nas forças armadas dos EUA.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026 – 12h30 WIB

Jacarta – Recentemente, a atenção do público centrou-se na imagem de Kezia Sifa, uma cidadã indonésia (WNI) que usa um hijab e que alegadamente se juntou ao exército dos Estados Unidos (EUA). Kezia Sifa tornou-se oficialmente parte da Guarda Nacional do Exército de Maryland, facto que provocou um longo debate nas redes sociais sobre cidadania, nacionalismo e regulamentos legais aplicáveis.

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Curiosamente, Kezia Sifa não é a única cidadã indonésia que serviu nas forças armadas dos EUA. Muito antes de seu nome se tornar viral, o público realmente conhecia a imagem da Tenente Coronel (Tenente Coronel) Rosita Aruan Orchid Baptiste, uma mulher de sangue Batak que trabalhou com sucesso para se tornar oficial do exército dos EUA.

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Ao ingressar no Exército dos EUA, a cidadã indonésia Kezia Sifa, que usa hijab, está colhendo os benefícios e as controvérsias nas redes sociais.

A vida da Ten Cel Rosita prova que as limitações físicas nem sempre são o fim dos sonhos. Rosita uma vez sonhou em se tornar uma policial feminina (Palwan) na Indonésia. No entanto, a sua mera altura de 149 cm frustrou o seu desejo, pois ela não cumpria os requisitos.

Não conseguindo realizar seus sonhos na Indonésia, o destino trouxe Rosita para os Estados Unidos. No início da sua mudança, este antigo jornalista económico de Warta tentou candidatar-se a empregos no jornalismo. Infelizmente, sua falta de experiência profissional nos Estados Unidos tornou difícil para ela conseguir um emprego com base em sua formação. Para sobreviver, Rosita trabalhou como caixa no Burger King por US$ 6,25 a hora.

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A jornada de Rosita mudou quando seu marido, que serviu no Exército dos EUA, sugeriu que ela tentasse ingressar no exército. Rosita também se atreveu a se registrar e descobriu uma grande diferença no sistema de recrutamento da Indonésia.

“Eles não olham para altura ou sexo”, disse Rosita, citada pela VIVA na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026.

Embora não tenha conseguido 29 pontos do corte mínimo de 31 no exame preliminar, Rosita não desistiu. Ele se preparou mais detalhadamente e conseguiu passar novamente no exame um mês depois. A sua carreira militar continuou a subir até que foi destacado para vários países, incluindo a Alemanha, bem como o Kuwait e o Iraque, durante quatro anos durante a guerra de 2005.

A formação educacional de Rosita como graduada pela Faculdade de Direito da Universidade do Norte de Sumatra desempenhou um papel importante em sua carreira militar.

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“Na América, quando você entra no exército, há um nível de patente, porque sou formado em direito, não posso ser chamado de soldado de primeira classe (PFC), o posto de especialista direto (SPC) é no nível corporal”, explicou.

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