Foi publicado novo vídeo de advogado argentino preso por gestos racistas no Brasil

A ficou famosa nesta quinta-feira novo vídeo sobre a sequência que levou à prisão Advogada e influenciadora argentina Agostina Paes detida no Brasil por gestos racistas em relação aos funcionários do bar. Em uma nova gravação, que saiu de uma câmera de segurança do estabelecimento gastronômico, é possível ver funcionários trocando comentários contra o turista.

Segundo o novo material, os funcionários do bar zombaram de Paes e provocaram uma briga, o que complicou seu estado. Além disso, coincide com a história de uma argentina que afirmou que os trabalhadores faziam gestos obscenos para ela e seus amigos enquanto estes riam e os gravavam. “Eles começaram a tocar suas partes íntimas, como se insinuassem que algo iria acontecer conosco, eles riram, nos gravaram”.foi realizado.

“Então eu tenho aquela reação muito ruim.”Paez falou sobre a atitude dos funcionários e a forma como respondem aos gestos. Entretanto, acrescentou posteriormente que vai solicitar as câmaras de segurança, que, segundo a sua defesa, vão fornecer informações ao caso. “Me explicaram tudo e contratei um advogado no Brasil que já encomendou as câmeras.”.

Foi publicado novo vídeo de um argentino preso no Brasil

Posteriormente, em diálogo com a TN, o advogado de Payes, Sebastian Robles, disse que os vídeos, nos quais seu cliente é visto fazendo gestos racistas, foram filmados por funcionários da área.

O incidente ocorreu na quarta-feira, 14 de janeiro, em um bar da cidade de Ipanema, no Rio de Janeiro, onde o advogado argentino comparecia com um grupo de amigos. Uma discussão com os funcionários começou durante o pagamento da conta de luz, disse Paez tentativa de fraude por parte dos gestores troca.

A cena teve grande repercussão no Brasil e na Argentina, principalmente depois que os vídeos do incidente se tornaram virais. Após o ocorrido, circularam nas redes sociais gravações nas quais se vê que o turista, além de fazer comentários racistas, faz gestos para os funcionários imitando o macaco.

Payes está atualmente sob custódia com uma bateria eletrônica e tem seu passaporte apreendido enquanto o processo judicial continua. A legislação local qualifica o evento como: insulto racial e planeja cumprir a pena em uma prisão geral. Tribunal interveniente negou a possibilidade de ser libertado sob fiança por causa da gravidade da carga.

Agostina Paez é advogada, tem 29 anos e é natural de Santiago del Estero.

Após o ocorrido, segundo o LN+, a mulher disse que passou por uma provação durante sua detenção no Brasil. “Eles não nos deixaram ir, cada um de nós recebeu uma bebida, sem beber nem pedir. Começamos a reclamar, mas decidimos pagá-los.”

Sobre a entorse de tornozelo, por sua vez, a defesa de Paes afirmou que a considerou uma medida “desproporcional”, tendo em vista que seu cliente não tem antecedentes criminais e continua legal. Enquanto isso, a justiça brasileira ordenou que ele permanecesse no país sob vigilância eletrônica até que sua situação judicial fosse regularizada.

O Consulado Argentino se pronunciou sobre o ocorrido e confirmou que prestará ajuda e apoio ao cidadão argentino, embora tenha esclarecido que não interferirá no processo judicial, por se tratar de um assunto que depende exclusivamente da justiça local. A investigação ainda está em andamento e a situação de Payez está sob análise das autoridades brasileiras. naquele país O crime de racismo acarreta pena de 2 a 5 anos de prisão e sem fiança..


Link da fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui