Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026 – 17h39 WIB
Jacarta – Secretário de Estado (Menseneg), Prasetio Hadi abriu a voz sobre a decisão da Indonésia de aderir ao Conselho de Paz de Gaza formado pelo Presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump.
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Ele disse que a Indonésia aderirá se for convidada a aderir ao Conselho de Paz de Gaza.
“Sim, aderiremos se formos convidados a aderir”, disse Prasetio aos repórteres no complexo do Palácio Presidencial, no centro de Jacarta, na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026.
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“Mas quer aderamos ou não, verificaremos a posição oficial até agora”, continuou ele.
Explicou então as razões da Indonésia para aderir ao Conselho de Paz de Gaza. Ele disse que uma das razões era acelerar o processo de paz em Gaza.
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“Mas se ele quiser, é claro que o presidente (Prabo Subianto) considerará aderir porque o importante é o objetivo. O objetivo é acelerar o processo de paz em Gaza”, explicou Prasetio.
Foi relatado anteriormente que a Indonésia decidiu aderir ao Conselho de Paz de Gaza formado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para apoiar a estabilidade da Palestina.
A decisão foi contida numa declaração conjunta do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Indonésia (Menlu) Sujiono e dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Egipto, Jordânia, Paquistão, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – que foi carregada nas redes sociais pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Indonésia na quinta-feira, 22 de Janeiro de 2026.
“Os ministros anunciaram a decisão conjunta dos seus países de aderir ao Conselho de Paz”, afirmou o comunicado.
Os governos destes países assinarão imediatamente o instrumento de participação de acordo com os procedimentos legais nacionais.
Eles, juntamente com a Indonésia, expressaram apoio aos esforços de paz iniciados por Trump e encorajarão o Conselho de Paz a desempenhar um papel como “autoridade provisória” na Faixa de Gaza, na Palestina.
Esta iniciativa está incluída no plano abrangente para acabar com o conflito de Gaza, apoiado pela Resolução 2803 do Conselho de Segurança da ONU.
Espera-se que as medidas tomadas pelos oito países ajudem a acelerar a realização de uma paz justa na Faixa de Gaza. Enfatizaram também o direito do povo palestino de estabelecer um Estado soberano de acordo com o direito internacional.
“Assim, está aberto o caminho para alcançar a segurança e a estabilidade para todos os países e povos da região”, afirma a declaração conjunta.
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VIVA.co.id
22 de janeiro de 2026





