ALEGRIA PURA!
De mãos dadas, sorridentes e lindos, vestidos quase nas mesmas cores, Martin Redrado (64) e Lulu Sanguinetti (50) continuam escrevendo sua história de amor. OLÁ nestes dias de janeiro! A Argentina os surpreendeu em um dos lugares preferidos de José Ignacio, La Vella Parador, o mesmo onde comemorou seu 50º aniversário em dezembro passado, cercado pelo amor da família e dos amigos e muito perto do mar.
Terminadas as férias e retornados a Buenos Aires, o economista e seu amor acrescentarão um novo capítulo: se mudarão para uma casa de 1.200 metros (620 metros cobertos e distribuídos em dois andares), com garagem para quatro carros, piscina aquecida, porão, despensa, sala e um grande parque arborizado com vista para o Plata. Nos desfiladeiros de Akasuso, ao norte da capital federal, foi a casa que Giuliana Awada e Mauricio Macri alugaram antes da separação, anunciada por eles no dia 11 de janeiro.
APOSTE NO AMOR
Embalada, a nova obra de José María Muscari teve exibição na imprensa e convidados especiais no Multiteatro, e a sala ficou repleta de rostos conhecidos que decidiram ver o espetáculo “em dupla”. Entre eles (e foram fotografados juntos e apaixonados) estavam Dario Kvitanic e Ivana Figueiras, que depois de um tempo decidiram apostar novamente no amor.
Gabriel Corrado e sua esposa Constance Ferro, que estão juntos há mais de 38 anos, sabem apostar no amor e não queriam perder o divórcio do ano. Também estiveram presentes Natalie Perez e o produtor Thomas Rothemberg, que se juntaram à multidão de apaixonados na plateia. A peça é estrelada por Fabian Vena, Juan Palomino, Guillermina Valdés, Ernestina Pais e Rochi Igarzabal.
FÉRIAS DE SONHOS
Depois de celebrar o Ano Novo em Madrid, Mario Masachesi (59) embarcou numa das viagens mais transformadoras da sua vida. Com seu grande amigo Alejandro Zarate, percorreu a Dinamarca, Noruega, Finlândia e Islândia. “A ideia era conhecer os quatro países nórdicos e vivenciar a aurora boreal”, conta com exclusividade à HELLO. Jornalista argentino dias antes de retornar de Estocolmo a Buenos Aires para retornar à televisão e à sua peça Deixar ir para ser feliz, na qual atua ao lado de Patrícia Daleiro.
– O que mais te influenciou?
– Fiquei surpreso com a ordem, o respeito, a limpeza e, acima de tudo, o silêncio. As cidades são muito tranquilas. Você não encontrará vozes ou ruídos altos. Pelo contrário, há silêncio no bar, na estação ferroviária, no aeroporto. As pessoas falam baixo, não precisam gritar. Há muito do histórico do outro que considero admirável.
– Você tem rituais quando viaja?
– Uma coisa que faço é entrar em cada igreja e fazer uma lista mental do que tenho. E não estou me referindo ao material. Estou falando de continuar agarrando o desejo, a surpresa, a magia, a incerteza, o privilégio de continuar tendo amigos me esperando. Ter o prazer de desfrutar e a oportunidade de esperar. Acho que o que esse ambiente nórdico faz é nos ajudar a aprimorar os valores que às vezes, no turbilhão de Buenos Aires, perdemos e que estão relacionados ao registro de outra pessoa: paciência, introspecção e reflexão.
– O que resta na sua lista de desejos?
– A Grande Muralha da China, que é a única coisa que pode ser vista da Lua, segundo três tripulantes da Apollo 11. Também me restam Rússia, Austrália, Canadá e Ilhas Malvinas. Conheço a Argentina de Kiaka à Antártica, mas sinto falta das Malvinas. Quero estar no cemitério e ver aqueles túmulos, tenho que agradecer a essas pessoas.
– Ele completou 60 anos este ano. Como eles encontram você?
Em O Homem em Busca de Sentido, de Viktor Frankl, ao acreditar que está prestes a ir para a câmara de gás, pede ao companheiro que deixe um recado para sua esposa.
E hoje te digo que tudo o que vivemos até agora compensou o que está por vir. Vivi intensamente e vivo intensamente, e acho que essa é a chave. É o resultado da prática de “deixar ir para ser feliz” que me permitiu entrar num estado de presença absoluta e vivenciar tudo com muita alegria.




