Estado de Santa Catarina cadastrado mais de dez mil casos de diarreia aguda durante a primeira quinzena de janeiro. Autoridades de saúde brasileiras identificaram fontes de contaminação bacteriana em diferentes países Balneários de Florianópolis. O fenômeno afeta o desenvolvimento da estação devido à presença de microrganismos em áreas específicas do litoral.
A situação sanitária na região reflecte uma aumento de doenças diarreicas agudas. As estatísticas do sistema SIVEP-DDA/Monitoramento de Doença Diarreica Aguda (MDDA) foram calculadas 10.649 pacientes com essas fotos do início deste ano até a última quinta-feira.
Hernán Zenteno – La Nación
O Ministério da Saúde brasileiro define essas patologias como a ocorrência de três ou mais fezes líquidas em um dia. As vítimas também estão presentes náusea e febre. A monitorização oficial utiliza unidades sentinela para detectar potenciais surtos relacionados com factores hídricos ou alimentares.
O controle ambiental do Instituto Ambiental de Santa Catarina constatou que o risco está localizado em áreas geográficas demarcadas. A análise técnica mostra que o maior risco está acontecendo perto de estuários e canais de drenagem.
Sistemas de águas pluviais e áreas urbanas com deficiências de esgoto Contribuem para a carga bacteriana no mar. A exposição a esses depósitos facilita a contração de vírus e bactérias intestinais.
O relatório de navegabilidade detalhou áreas específicas proibidas de entrar no mar. em a praia de Canasvieirasos técnicos encontraram contaminação no ponto 59. Esta parte fica em frente à rua Akari Margarida. O resto da costa daquela zona mantém condições adequadas para banho. Os turistas deveriam manter sinalização oficial antes de entrar no oceano.
Nele Oficial inglêsO risco à saúde está concentrado em três áreas relacionadas a este Rio Capivara. O primeiro corresponde ao ponto nº 29 em frente à Rua da Igreja. O segundo ponto focal surge na Rua Rut Pereira, 57.
Ele o terceiro lugar é o ponto 98 com valores negativosque está localizado diretamente na foz do canal do rio. O escoamento urbano do centro da cidade aumenta as taxas potenciais de gastroenterite nestas áreas.
Outros setores da capital mineira apresentam resultados semelhantes.
As praias são apreciadas no continente Bombas e fogos de artifício Eles mostram áreas poluídas próximas a riachos. O relatório oficial recomenda evitar banhos por 48 horas após fortes chuvas. As chuvas levam os resíduos fecais para a costa e aumentam temporariamente a concentração de patógenos.
Isto Escherichia coli Funciona como um indicador básico de contaminação fecal na água. Ignacio Zubiaure, chefe de gastroenterologia do Hospital Britânico, explicou que esse microrganismo costuma viver intestino humano.
Hernán Zenteno – La Nación
A doença é causada pela ingestão de cepas específicas que danificam o revestimento intestinal. As bactérias entram no sistema através de alimentos que foram tratados com água não potável contato direto em áreas balneares é proibido.
Este conteúdo foi produzido pela equipe LA NACION com suporte de IA.






