A China resistiu ao convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para aderir a uma proposta de “Conselho de Paz em Gaza”, reiterando o seu apoio a uma ordem mundial centrada na ONU. Enquanto Trump promove um novo órgão para supervisionar a reconstrução de Gaza, Pequim disse que permanecerá com as Nações Unidas, independentemente das mudanças globais. A disputa alimentou um amplo debate em Davos sobre a governação global, a unidade da NATO e as ambições de política externa de Trump.
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