Esse tipo de carne, muito consumido no Peru, é cancerígeno segundo a Organização Mundial da Saúde

Presunto no café da manhã, salsicha no cachorro-quente ou bacon no fim de semana muitas vezes parecem inócuos. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revisou e confirmou as evidências científicas internacionais Carnes processadas são cancerígenas do grupo 1Uma categoria é reservada para aqueles com evidências conclusivas de que aumenta o risco de câncer, especialmente Câncer colorretal.

Este anúncio não pretende incutir medo, mas sim abrir uma conversa muito necessária sobre o que colocamos no prato todos os dias e como pequenas decisões podem fazer a diferença na nossa saúde.

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O que exatamente são carnes processadas?

A nutricionista Jessica Huaman explicou: “Carnes cultivadas como presunto, salsichas, salsichas, bacon e outros derivados de carne são submetidas a cura, salga, defumação ou conservantes. Durante esses processos são produzidos compostos químicos que, quando consumidos regularmente, podem danificar o DNA e aumentar o risco de doenças crônicas.

Ou seja, não se trata de carne, mas sim Como ele se transforma antes de chegar à mesa.

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Classificação da OMS: o que significa o grupo 1

OMS coloca carnes processadas aqui Carcinógenos do grupo 1Junto com outros fatores que possuem fortes evidências científicas de sua associação com o câncer.

Humann esclareceu que esta classificação: “não procura criar alarmismo, mas fornecer informações claras e baseadas na ciência para orientar a tomada de decisões individuais e coletivas”.

O objetivo é que as pessoas compreendam melhor os riscos associados ao consumo regular e tomem decisões informadas sobre a sua dieta diária.

Esses alimentos devem ser interrompidos?

O especialista esclareceu que essa abordagem não é proibitiva, mas sim preventiva: “Não se trata de proibir alimentos, mas de entender que o consumo regular aumenta o risco real. Reduzir a carne processada e dar preferência a alimentos in natura e minimamente processados ​​é uma medida preventiva importante, principalmente em um país com alta prevalência de doenças crônicas”.

Nesse sentido, a mensagem aponta para moderação e equilíbrio, em vez de evitar totalmente determinados produtos.

Dieta e saúde pública: além da decisão pessoal

Huaman enfatizou que a forma como comemos não é apenas uma questão de escolha pessoal: “A alimentação não é uma escolha pessoal. Está condicionada pela distribuição, publicidade e acesso.

Isso significa que o ambiente, os preços, a disponibilidade e a informação influenciam diretamente o que chega à nossa mesa todos os dias.

Quais recomendações o nutricionista faz?

Por fim, o especialista compartilhou uma série de orientações práticas para quem deseja manter a alimentação sem complicações:

  • Reduza o consumo de carnes processadas.
  • Prefira carnes frescas como frango, peru e peixe.
  • Considere outras fontes de proteína, como ovos e queijo fresco.
  • Cozinhe usando métodos suaves: fervido, assado ou cozido no vapor.
  • Combine as refeições com mais frutas, vegetais e fibras para reduzir os riscos.
  • Leia os rótulos e advertências nutricionais e minimize as compras de produtos ultraprocessados ​​com alto teor de sódio, gordura e aditivos.

Pequenas mudanças começando pela tabela

As informações fornecidas pela Organização Mundial da Saúde e por especialistas ajudam as pessoas a compreender melhor o que comem e como certos hábitos se relacionam com a saúde a longo prazo. Compreender o que são as carnes processadas, como são feitas e porque é que o seu consumo frequente está associado a riscos permite-nos olhar para o recurso com maior consciência e intimidade para o nosso próprio bem-estar.

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