Presunto no café da manhã, salsicha no cachorro-quente ou bacon no fim de semana muitas vezes parecem inócuos. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revisou e confirmou as evidências científicas internacionais Carnes processadas são cancerígenas do grupo 1Uma categoria é reservada para aqueles com evidências conclusivas de que aumenta o risco de câncer, especialmente Câncer colorretal.
Este anúncio não pretende incutir medo, mas sim abrir uma conversa muito necessária sobre o que colocamos no prato todos os dias e como pequenas decisões podem fazer a diferença na nossa saúde.
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O que exatamente são carnes processadas?
A nutricionista Jessica Huaman explicou: “Carnes cultivadas como presunto, salsichas, salsichas, bacon e outros derivados de carne são submetidas a cura, salga, defumação ou conservantes. Durante esses processos são produzidos compostos químicos que, quando consumidos regularmente, podem danificar o DNA e aumentar o risco de doenças crônicas.
Ou seja, não se trata de carne, mas sim Como ele se transforma antes de chegar à mesa.
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Classificação da OMS: o que significa o grupo 1
OMS coloca carnes processadas aqui Carcinógenos do grupo 1Junto com outros fatores que possuem fortes evidências científicas de sua associação com o câncer.
Humann esclareceu que esta classificação: “não procura criar alarmismo, mas fornecer informações claras e baseadas na ciência para orientar a tomada de decisões individuais e coletivas”.
O objetivo é que as pessoas compreendam melhor os riscos associados ao consumo regular e tomem decisões informadas sobre a sua dieta diária.
Esses alimentos devem ser interrompidos?
O especialista esclareceu que essa abordagem não é proibitiva, mas sim preventiva: “Não se trata de proibir alimentos, mas de entender que o consumo regular aumenta o risco real. Reduzir a carne processada e dar preferência a alimentos in natura e minimamente processados é uma medida preventiva importante, principalmente em um país com alta prevalência de doenças crônicas”.
Nesse sentido, a mensagem aponta para moderação e equilíbrio, em vez de evitar totalmente determinados produtos.
Dieta e saúde pública: além da decisão pessoal
Huaman enfatizou que a forma como comemos não é apenas uma questão de escolha pessoal: “A alimentação não é uma escolha pessoal. Está condicionada pela distribuição, publicidade e acesso.
Isso significa que o ambiente, os preços, a disponibilidade e a informação influenciam diretamente o que chega à nossa mesa todos os dias.
Quais recomendações o nutricionista faz?
Por fim, o especialista compartilhou uma série de orientações práticas para quem deseja manter a alimentação sem complicações:
- Reduza o consumo de carnes processadas.
- Prefira carnes frescas como frango, peru e peixe.
- Considere outras fontes de proteína, como ovos e queijo fresco.
- Cozinhe usando métodos suaves: fervido, assado ou cozido no vapor.
- Combine as refeições com mais frutas, vegetais e fibras para reduzir os riscos.
- Leia os rótulos e advertências nutricionais e minimize as compras de produtos ultraprocessados com alto teor de sódio, gordura e aditivos.
Pequenas mudanças começando pela tabela
As informações fornecidas pela Organização Mundial da Saúde e por especialistas ajudam as pessoas a compreender melhor o que comem e como certos hábitos se relacionam com a saúde a longo prazo. Compreender o que são as carnes processadas, como são feitas e porque é que o seu consumo frequente está associado a riscos permite-nos olhar para o recurso com maior consciência e intimidade para o nosso próprio bem-estar.




