através Supervisão de saúdeele O governo nacional ordenou o cancelamento de 20 empresas pré-pagas que estavam registradas nos registros da organização. A medida foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, em documento assinado pela supervisora técnica Silvia Noemi Viazzi. Por sua vez, esclareceu que a medida não atinge os integrantes do sistema privado de saúde.
Os cancelamentos de serviços pré-pagos fazem parte de um esforço executivo para limpar o cadastro e atualizá-lo para trazer mais transparência ao sistema de saúde. Com empresas adquiridas sob as novas regulamentações já são mais de 125 aqueles rejeitados desde o início do governo Mileista.
Nesta terça, o governo já havia cancelado outros três planos pré-pagos. Corpo Médico SA, Sancor Medicina Privada SA e Serviço Social do Pessoal Aéreo (OSPA). “O SSS informa aos utilizadores de entidades médicas pré-pagas que foi iniciado um procedimento para rejeitar a inscrição definitiva de (três empresas pré-pagas) no registo nacional de entidades médicas pré-pagas”, frisou a agência.
Paralelamente, no âmbito da “Reorganização do Sistema de Saúde” em 2024 Empresas pré-pagas que estavam cadastradas mas não prestavam serviço foram eliminadas. “As listas de membros nunca foram apresentadas.. Trata-se de denominações sociais sem utilizadores, que, na sua maioria, foram registadas em anos anteriores como alegados fornecedores com número temporário, sem posterior apresentação de documentos comprovativos da sua atividade. Eles nunca apresentaram o balanço inicial nem os balanços interanuais subsequentes”, disseram na época fontes da organização ao LA NACION.




