Dados oficiais: – A NAÇÃO

A Cesta Básica (CBA) e a Cesta Básica Total (CBT) aumentaram menos que a inflação em 2025. Nas condições de aumento de 31,5% no índice de preços ao consumidor (IPC), o CB aumentou 31,2% e o CBT 27,7%.

No entanto, Em dezembro, ambas as cestas aumentaram 4,1%. e o índice médio aumentou 2,8%. Esta tendência é superior à inflação mensal não era comum ao longo de 2025. Na verdade, o oposto aconteceu entre abril e setembro. registrou aumento de 1,4%; Agosto: 1%; em julho, junho – 1,9%, no caso do CB – 1,1%, no caso do CBT – 1,6%; e em maio, o CB registrou deflação de 0,4% e o CBT aumentou 0,1%. Nenhum desses valores superou o IPC dos respectivos meses.

Esses dados, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), são fiscalizados de perto pelo governo porque: CB é usado para definir a linha de pobreza e CBT é usado para determinar a linha de pobreza.

Além de comparar o valor das cestas e a evolução dos preços, os dados do Indec mostram também que continua difícil para as famílias atingirem o valor que necessitam para evitar serem pobres ou pobres. Segundo o Indec: Em Dezembro, uma família típica (de quatro pessoas) precisava de 1.308.713 dólares para sair da pobreza e de 589.510 dólares para não ser considerada pobre.

A quantia necessária para um adulto ficar abaixo da linha da pobreza foi de US$ 423.532 no mês passado.enquanto o valor necessário para não ser classificado como inseguro foi de 190.780 dólares norte-americanos.

O economista Jorge Colina, diretor do Instituto de Desenvolvimento Social da Argentina (Idesa), foi positivo em relação à variação anual do TBC e ao impacto que isso poderia ter na taxa de pobreza. “Finalmente, A cesta básica total fecha 2025 com crescimento significativamente inferior ao da renda informal, que tem crescido mais de 70% ao ano. Isto significa que em 2025 o nível de pobreza poderá estar abaixo dos 30 por cento”, enfatizou.

Colina estimou que a pobreza poderia chegar a 25% a 30%. “Será um valor comparável ao que era antes da eclosão da crise cambial de 2018.. Em 2017, a taxa de pobreza rondava os 25%; Ou seja, se houvesse essa queda, voltaria a esse patamar depois de quase dez anos”, analisou o especialista.

Em contraste, Agustín Salvia, diretor do Observatório da Dívida Social da Argentina na Universidade Católica Argentina (UCA), disse que: Embora a pobreza esteja estatisticamente em declínio, graças a um melhor registo dos dados das famílias, os dados de Dezembro sugerem que pode estar a aumentar..

Segundo Salvia, “estatisticamente, poderíamos falar de redução da pobreza, mas Em termos reais, é provável que Dezembro continue a ser mau para os sectores populares“.

O TCC da sálvia não reflecte as alterações relativas dos preços, que se agravaram nos últimos meses. “A demissão está prevista nas capacidades de consumo dos segmentos baixos e popularese mais uma vez parece que sem aumento do emprego e maior produtividade a situação permanecerá estagnada. Neste contexto, não será possível reduzir o limiar de pobreza de 30 por cento”, explicou Salvia.


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