De Bengaluru a Berlim, a atenção do mundo está firmemente focada no Irão, à medida que a agitação no país aumenta. O chanceler alemão, Friedrich Merz, também se pronunciou, dizendo que a liderança do Irão parecia estar nos seus “últimos dias e semanas”, à medida que os protestos continuavam em todo o país.
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Durante a sua visita à Índia, Merz disse que o governo iraniano perdeu a sua legitimidade moral e política. O que começou como a indignação pública face à inflação, ao desemprego e ao aumento dos custos, disse ele, transformou-se em algo muito maior, segundo um relatório da Reuters.
‘Eficaz no final’
“Penso que estamos agora a testemunhar os últimos dias deste regime. Quando um regime só consegue manter o poder através da violência, então está efectivamente na base. Agora o povo está a levantar-se contra este regime”, disse Merz, segundo a agência.
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Merz também revelou que a Alemanha está em estreita coordenação com os Estados Unidos e outros países europeus no que diz respeito aos eventos. Ele apelou a Teerão para que ponha imediatamente fim à repressão violenta contra os manifestantes e apelou à contenção em vez da repressão.
Esta declaração surge num momento em que a pressão internacional sobre o Irão aumentou. O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou recentemente que os países que fazem negócios com Teerão poderão enfrentar tarifas mais duras sobre o comércio com os Estados Unidos, exacerbando ainda mais o isolamento económico do Irão.
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Segundo o relatório, embora a Alemanha continue a ser o maior parceiro comercial do Irão na União Europeia, as relações económicas já enfraqueceram significativamente. No ano passado, as exportações da Alemanha para o Irão caíram significativamente e representam agora uma pequena parcela do comércio total do país.
(Com informações da Reuters)


