Carlos Orozco critica e acusa fortemente Nicolás Maduro após sua captura: “Você deveria almoçar com os venezuelanos”

Após a divulgação da informação sobre a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, a notícia não só teve impacto a nível político internacional, como também provocou uma onda de reações nas redes sociais. Não demorou muito para que várias figuras públicas, comunicadores e influenciadores se manifestassem, demonstrando opiniões diametralmente opostas sobre a situação que a Venezuela atravessa.

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Carlos Orozco recebe críticas após defender Nicolás Maduro

Comunicador Carlos OrozcoUsando sua conta no Instagram para compartilhar uma reflexão, rapidamente criou polêmica entre seus seguidores. Em sua publicação, Orozco se concentrou em condenar a gestão do presidente venezuelano, mas também questionou a intervenção militar estrangeira. “Maduro é terrível para a Venezuela. Qualquer um que diga o contrário está mentindo. Mas se você acredita que a solução é bombardear e sequestrar um país que não é o seu, então você está pronto para uma era mais sombria do que aquela em que já vivemos”, diz o post.

A mensagem não agradou a muitos usuários que, longe de permanecerem calados, o repreenderam severamente nos comentários. Um deles lhe escreveu: “Você deveria almoçar com os venezuelanos que trabalham na Unicachi e ouvir suas opiniões, mas o que se pode esperar de alguém que defendeu Bermejo”.

As críticas não pararam por aí. Outro usuário questionou sua postura e mandou uma mensagem mais direta:
“Aqui está um formador de opinião que sempre repete que é do norte de Lima defendendo um ditador. É fácil se considerar um do povo quando não se tem a menor ideia do que isso significa”.

Em vez de descartar ou ignorar as críticas, Carlos Orozco decidiu expor ambas as mensagens em seus Stories do Instagram e responder publicamente aos seus críticos. Em sua defesa, o comunicador esclareceu sua posição e negou que estivesse defendendo o regime venezuelano. “Não defendi nenhum ditador. Apontei algo mais fundamental: uma invasão estrangeira não é legitimada pelo fracasso de um governo”, disse ele.

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