Os segredos para produzir mais depois do trigo

relatório de Neógeno destaca que as fortes chuvas de primavera criaram um cenário de oportunidades campanha de soja de segunda categoria. Neste ponto, aponta-se que a velocidade de implementação após a colheita do trigo é decisiva.

Gonçalo Crespo, O gerente da marca explica: “Este ano, a cobrança pela água nos permite não desistir por causa do atraso. Se colhermos o trigo e pudermos entrar imediatamente, não teremos que esperar pela chuva ou adiar decisões.”

Segundo o relatório, o rendimento tardio depende não apenas da genética, mas também da arquitetura da planta. Diego Renicoli, O especialista em desenvolvimento oferece uma mudança de paradigma no espaço tradicional de 52 cm. “Recomendamos ir com faixas mais estreitas, 42cm, 35cm e espaçamentos ainda menores. Isso permite o fechamento rápido do sulco e a aceleração da radiação solar durante a fase de crescimento acelerado.”

A densidade deverá ser ajustada para compensar o menor desenvolvimento vegetativo e menos nódulos típicos da soja de segunda qualidade, segundo a empresa. Enquanto no ambiente de alto potencial de primeira classe são recomendadas 26 a 28 plantas por metro quadrado, para o segundo a recomendação sobe para 32 ou 34 plantas. “Há mais seis plantas para compensar o menor crescimento.” explica o especialista.

Na nutrição, o foco deve estar no fósforo. respostas positivas são observadas em lotes inferiores a 15 ppm, onde macro e micronutrientes como enxofre, potássio, zinco e boro também desempenham um papel, explicou.

Começar do zero não é negociável, acrescentou a empresa. “Os pré-plantios são essenciais para iniciar a safra sem competição”, insiste a equipe técnica. “Dada a complexidade das ervas daninhas, como o yarrow vermelho ou o abrunheiro, a tecnologia Enlist está posicionada como uma ferramenta importante para controlar fugas pós-emergência através do uso de 2,4-D, glufosinato e glifosato.” é mencionado no relatório.

O rendimento tardio depende não apenas da genética, mas também da arquitetura da planta.

A marca detalha essas alternativas: 1) para áreas core e oeste (ambientes de alto potencial), destacam-se os lançamentos NEO 46S25 SE (Enlist) e NEO 47S25 SE (Enlist). “Em parcelas com baixa pressão de ervas daninhas, a opção recomendada é o NEO 45S22 RR STS”, afirmam; 2) A recomendação para Córdoba, Santa Fé e Centro do Litoral (ambientes restritivos) inclui NEO 50S22 SE (Enlist STS), enquanto a excelente novidade para grupos VI é NEO 64S25 SCE com tecnologia Conkesta, que fornece proteínas Bt para controle de lepidópteros. 3) Para o centro e sul de Buenos Aires existe a variedade NEO 35S23 SE (grupo 3 médio, Enlist). Também NEO 40S22 SE (Grupo 4 Short, Enlist) e NEO 42S25 RR STS.


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