A polícia brasileira papagaia a oportunidade de aprofundar mais de perto

A polícia brasileira disse na quarta-feira que tinha um pouco de Macabe LEXAL do mais recente vírus mortal, um dos pássaros do mundo no belo filme de 2011 “O Rio era famoso”.

A polícia brasileira papagaia a oportunidade de aprofundar mais de perto

A conservação da arara-azul tem sido objeto de uma batalha acirrada entre criadores e governo.

O Maccabi Spix foi visto pela última vez há 25 anos.

Em 2020, um grupo de aves mudas foi trazido da Alemanha para o Programa de reprodução no habitat natural do Nordeste do Brasil.

Na semana passada, a agência de conservação do Brasil, ICMBIO, disse que todos os 11 máximos sobreviventes que foram libertados na natureza tinham testado positivo para o vírus mortal, que é considerado fatal.

Na terça-feira, informou que mais 20 testaram positivo.

A agência multou o centro de reprodução em US$ 1,8 milhão por não seguir os protocolos biomédicos para evitar a propagação do vírus.

Em comunicado, a polícia disse que apreendeu criadores e computadores do centro de criação de Spix como parte da “Operação Bloco”.

“Pessoas expostas a pesquisas sobre reprodução de doenças podem estar expostas a animais selvagens”, disse a polícia.

O centro estava ligado aos esforços de revenda do ararinha-azul selvagem, que ordenou a encomenda em outubro.

Em requerimento enviado à AFP, o Centro de Criação informou que das 103 araras, apenas cinco foram retiradas dos cuidados com o vírus, as acusações de negligência.

Argumentou que papagaios tropicais como a arara-azul eram “particularmente resistentes à monotonia.

Sobre o facto de a investigação policial estar “completamente tranquila”.

Os grupos causam reações e empenamentos em espécies de aves, mas não representam uma ameaça para os humanos.

O ICMBIO disse que a interpretação dos resultados dos testes “não é simples”.

“Nenhuma ararinha-azul foi sacrificada definitivamente, mas não se sabe se serão tratadas após um resultado negativo”, afirmou.

“Estamos falando da ave brasileira de valor brasileiro”, disse Claudia, que coordena a resposta ao surto no ICMBIO.

“Os responsáveis ​​pela poluição devem ser responsabilizados.”

O centro de criação é parceiro da Associação Alemã para a Conservação de Papagaios, que segundo o ICMBIO possui 75% dos psitacídeos registrados.

A parceria terminou em 2024, depois que 26 aves foram vendidas na Índia sem consentimento privado.

Facebook/SMS

Este artigo foi convertido de agência automatizada em texto.

Link da fonte