Segunda-feira, 1º de dezembro de 2025 – 10h30 WIB
JACARTA, VIVA – O recente grande número de exposições automóveis em diversas regiões é frequentemente visto como um sinal de que a indústria automóvel está a crescer. No entanto, o Ministério das Indústrias disse que o incidente das cheias não pode ser usado como um indicador da saúde da indústria automóvel nacional. Em contraste, as manifestações estão a ser intensificadas como um esforço para sobreviver no meio de um declínio bastante profundo nas vendas internas.
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O porta-voz do Ministério da Indústria, Fabri Hendri Antoni Arif, disse que a indústria automóvel precisa de apoio político adequado para evitar a perda de competitividade e capacidade de produção. Segundo ele, uma avaliação da força da indústria não deve referir-se apenas ao crescimento de um segmento de veículos ou ao número de eventos de exposição.
“O grande número de exposições automotivas em diferentes locais não é uma medida da força da indústria automotiva. Pelo contrário, a exposição é o esforço da indústria para manter a demanda em meio ao declínio das vendas internas e para proteger os trabalhadores de possíveis demissões”, disse Fabri em comunicado oficial obtido. VIVA Automotive, segunda-feira, 1º de dezembro de 2025.
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Citando dados de vendas da Associação das Indústrias Automotivas da Indonésia (Gaikindo), mostra uma fraqueza significativa no mercado automóvel nacional. No período de janeiro a outubro de 2025, as vendas no atacado atingiram apenas 634.844 unidades, uma queda de 10,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, as vendas no varejo também diminuíram 9,6%, para 660.659 unidades.
As maiores quedas ocorreram nos veículos de nível de entrada, ou seja, com preços abaixo de IDR 200 milhões, no segmento inferior, ou seja, IDR 200-400 milhões, e no segmento comercial – três segmentos que são a espinha dorsal da produção nacional. As deficiências nesta categoria reduzem a utilização da fábrica, retêm o investimento e têm o potencial de reduzir a força de trabalho se não forem resolvidas imediatamente.
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Entretanto, as vendas no mercado de veículos elétricos (EV) aumentaram. Porém, a maior parte dessas vendas vem de veículos importados. Do total de 69.146 unidades de VE vendidas ao longo de 2025, cerca de 73% serão produtos importados que acrescentam valor e atraem mais empregos para outros países.
O Ministério das Indústrias lembrou que os indicadores mais básicos para avaliar a saúde da indústria automotiva são as vendas e a produção de veículos, e não apenas o crescimento de um segmento ou o número de exposições.
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“Seria errado dizer que a indústria automóvel está num estado forte porque depende do índice de crescimento dos veículos em determinados segmentos. Para descrever o estado objectivo, devemos referir-nos a dados estatísticos e não ao número de eventos de exposição”, disse.





