Daft Punk, Random Access Memories: Experimentalismo.

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A dupla francesa  Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter formam o Daft Punk, famoso por mesclar o house music com Synthpop (ênfase em sintetizadores e teclados). Em maio de 2013 lançou seu novo álbum, o “Random Access Memories”. Disco badalado e muito aguardado por seus milhares de fãs, talvez por já ter vinte anos de carreira e essa ser a quarta obra.

Composto por treze faixas distribuídas de maneira bem intrigante, o DP tenta inovar. Ao escutar todo o trabalho é possível notar que se parece um “acesso randômico de memórias” de verdade. Contudo se você é daqueles que coloca o disco pra tocar todo numa festa fique esperto (estou triste pela sua decepção). Posso definir a obra como, pelo menos, experimental. Elementos setentistas com toques progressivos bem mesclados e, na maioria dos casos, agradáveis.

No entanto, comercialmente, destacam-se três singles: ‘Get Lucky’, ‘Lose Yourself to Dance’ e ‘Give Life Back to Music’.

Get Lucky conta com a participação de Pharrell Williams, primeiro single do disco. Dançante no estilo dos anos 70. Amigos meus dizem parecer Michael Jackson (Mas MJ veio de influência direta dessa década). Faz muito bem tocá-la quando a festa tiver “mirrada”, com uma galera de carra “amarrada”. Levanta o ânimo geral.

Lose Yourself to Dance também conta com a participação de Pharrell Williams. Muito fluida e envolvente. É bem cadenciada e é uma boa música pra colocar entre duas músicas explosivas.

Give Life Back to Music conta, na bateria, com John Robinson Jr. (O cara tocou com o MJ, bota fé?). Inicia os trabalhos com muita personalidade e estilo. Música envolvente como um bom funk (o estilo do bem, Há!). Boa pro início da festança.

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O que marca demais é o uso de guitarras no estilo swingada muito bem aplicada aos contextos sonoros. A dupla é corajosa em aplicar um estilo, que muitos acreditavam estar morto, no seu som contemporâneo. Pra quem gosta da dupla (ou pra quem gosta do estilo setentista musical) digo que vale muito a pena comprar o disco, mas pra quem não é digo que ouça na internet. Eu, como apreciador da música, não curti muito o álbum. Pois não tem muito a ver com meus gostos, mas valeu muito a pena pela experiência.

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