Quando o mais é menos.

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Sempre achei que era cedo demais para um reboot nos filmes do Spider. Apenas seis anos depois de Sam Raimi levar as telas o fim de sua trilogia, somos surpreendidos por um novo começo para o cabeça de teia. O resultado de O espetacular Homem aranha foi satisfatório e o filme não chegou a desagradar. Agora o mesmo Marc Webber reuni sua equipe e leva para o cinema O espetacular Homem Aranha 2: A ameaça de Eletro. O trailer já deixava claro que desta vez o filme queria de fato ser espetacular.

Peter Parker está confuso entre o amor que sente por Gwen Stacy e a promessa que fez ao pai da moça, deixá-la fora da vida de perigo do homem aranha, enquanto isso vai salvando Nova Iorque de um perigo e outro. Desta vez são tantas as ameaças que parece impossível que Peter consiga fazer tudo sozinho.

O grande mérito desta nova safra de filmes do aracnídeo é a fidelidade aos quadrinhos. Garfield e Stone desempenham um papel melhor que o da dupla anterior e o roteiro da a Parker o tratamento da QH. Infelizmente nem tudo são flores, nem tudo mesmo…Primeiro temos o problema do infame subtítulo brasileiro, a tal ameaça de Eletro nunca se concretiza, até porque ele aparece pouco. Mas, nada supero os problemas dos excessos, o roteiro quis ser espetacular demais, Eletro, Duende Verde e Rino no mesmo filme pra quê? Ou melhor por que? Isso acaba desconfigurando um roteiro que o trailer deixava claro se concentrar apenas no Eletro. Desta vez o cabeça de teia não é espetacular, mas sim espalhafatoso, que na busca por ser mais, acaba se tornando menos.

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