O time está ganhando, mesmo sem jogar bonito.

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Michael Bay é um diretor que gosta do que faz. Aliás, ele é do tipo que só faz o que gosta. Por isso faz filmes para si mesmo. Não se preocupa muito com o que vão achar de suas obras. Ser criticado apenas alimenta sua vontade de fazer os filmes que quer. E depois de seu novo Transformers- A era da extinção (o 4º da série) tudo indica que ele vai continuar fazendo os filmes que gosta (e mais filmes do robôs que se transformam em carros) sem se importar com o que as pessoas pensam sobre eles.

A história do novo filme é o mais do mesmo de sempre. Desta vez os autobots são perseguidos pelo governo Estadunidense, com apoio de outros robôs, meio que “mercenários, depois da batalha de Chicago. Vale salientar, que o conflito de Chicago é a única ligação deste com o último filme (O lado oculto da lua). Shia LaBeou e seu Sam Witwicky não tem se quer o nome mencionado. Foram literalmente apagados da memória dos autobots. Optimus Prime agora é fiel a Cade Yager (quem batiza esses personagens‼??) interpretado por Mark Wahlberg, canastra como sempre, que vão até a China para se salvarem e claro explodirem tudo.

Esse tipo de filme é feito para entreter, apenas divertir, logo temos muitos problemas. Roteiro é banal como deve ser (?) e o elenco é típico elenco de um filme Transformers. O importante é explodir tudo com o melhor realismo possível e nisso Bay é mestre. Outra coisa que o sujeito se dá bem é na arte de cansar a plateia. São quase 3 horas de explosões, ação e barulho em níveis alucinantes, que acabam minando o animado de gente mais exigente. Por fim, cartilha segue a mesma dos outros filmes e só reforça o ditado: em time que está ganhando…

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