Nostálgico e perfeito.

madmax

George Miller brindou o mundo na década de 80 com uma visão do caos, uma espécie de apocalipse provocado pelo próprio homem, que transformou a sociedade em um lugar sem regras. Sua trilogia Mad Max fez história no cinema e foi muito imitado, nenhuma das inúmeras imitações chegou perto do original. Agora, 30 anos depois da sua última aparição nos cinemas “louco Max” está de volta!

Estamos cronologicamente em algum lugar entre as partes dois e três da trilogia, Max é capturado pelo bando de Immortan Joe, um espécie de rei do deserto que comanda uma sociedade controlando o uso do produto mais raro que existe, a água. Tudo caminha tranquilo para Joe até que sua melhor guerreira, a Imperatriz Furiosa, se rebela e decide salvar um grupo de mulheres que sofrem nas mãos de Immortan. É nessa rebeldia que os caminhos de Max e Furiosa se cruzam.

Valeu a pena esperar 30 anos para rever Mad Max novamente nos cinemas. Miller conseguiu fazer seu universo funcionar perfeitamente e se aproveita bem das novas tecnologias para promover um filme de ação quase ininterrupto e que tem o mérito de não cansar os espectador (como acontece comumente com coisas do porte de Transformers e Velozes & furiosos). Outro acerto foi Charlize Theron para viver Imperatriz Furiosa, ela tomou o filme para si e continua lindíssima. Sobre a substituição de Mel Gibson no papel central era uma coisa necessária. Gibson é quase um idoso e seu problemas com álcool e violência domestica poderiam atrapalhar. Tom Hardy foi uma escolha acertada, assim como a justa homenagem para Hugh Keays-Byrne como Immortan Joe, lebrando que ele foi o vilão do primeiro filme. Por fim Mad Max funciona como um excelente filme de ação que sera melhor aceito por aqueles que conhecem o universo de George Miller.

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