Eficiente e esquecível.

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Luc Besson tem uma carreira interessante. Fez filmes pequenos ainda na França, mas sempre com um visual bacana, Subway, Imensidão azul e Nikita. Depois, veio o majestoso O profissional e ele foi parar em Hollywood. O quinto elemento, foi seu primeiro projeto na terra do tio Sam e sua fama ficou ainda maior. Ele partiu então pro seu mais ambicioso projeto e filmou sua visão pessoal sobre Joana D`arc. O filme foi tão mal recebido que Luc sentiu o baque. Passou seis anos sem filmar e se limitou a escrever roteiros de ação para diretores franceses. Voltou a dirigir em 2005 e se firmou novamente na França como biografias e filmes de ação desenfreados. Agora, Besson está de volta a hollywood com Lucy.

O roteiro de Lucy é mais uma viagem da cabeça de Besson. A tal Lucy é sequestrada e tem uma nova droga implantada em seu intestino para ser transportada para outro país. A substância entra em contato com seu organismo e potencializa sua atividade cerebral para 100%. Lucy vira uma espécie de mutante e tem superpoderes, tudo sempre didaticamente explicado pelo neurocientista interpretado por Morgan Freeman.

Esqueça quaisquer estudos científicos que jogam pra longe a história de Luc. Se renda a beleza encantadora de Scarlett Johansson e deixe o filme correr até o fim de seus contados 90 minutos. Ao final, você não precisar lembrar de quase nada do que viu. Seus 10% de uso cerebral te fazem lembrar que o melhor foram os tiros, as explosões e claro a maravilhosa Johansson.

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