Ave César!

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Em 2011 o cinema foi invadido por macacos. Planeta dos macacos: A origem chegava aos cinemas e conquistava o público e a crítica. Dando um reboot na série que havia chegado aos cinemas pela última vez dez anos antes, pelas mãos pouco inspiradas, do fabuloso Tim Burton. O filme de 2011 mostrava os antecedentes que levaram os macacos a obterem inteligência humana e o resultado disso para os humanos. Obviamente uma sequência era inevitável depois do enorme sucesso. Chega aos cinemas então Planeta dos macacos: O confronto, que felizmente mantém todas as qualidades do primeiro filme.

Continuação nos mostra que depois de uma década da batalha da ponte Golden Gate os humanos foram dizimados por um vírus gripal e apenas uma minoria imune geneticamente escapou e tentam se organizar. Enquanto isso na floresta os símios estão vivendo de modo tribal e constituíram uma sociedade sólida sobre a liderança de César (Andy Serkis). O líder percebe as dificuldades do posto quando os humanos voltam a representar uma ameaça para sua espécie e tem sua liderança questionada por Koba um de seus melhores “soldados”.

Entre os vários acertos desta sequência certamente o desenvolvimento da história é um deles. Nada de pressa. Tudo se concentra em um roteiro enxuto e coeso que lentamente apresenta os dilemas morais de cada personagem, inclusive dos macacos. Entre amizade, confiança, liderança e traição a trama vai esquentando até o clímax das batalhas. Os efeitos são arrebatadores e César é sem dúvidas a maior criatura que a computação já criou para o cinema. Esperemos ansiosos pela sequência programada para 2016. Ave César!

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